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quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Ana Amorim, de Assistente Social a Designer!

Ideias inicialmente tidas como loucas revelam-se casos de sucesso.

Gente que pensa fora da caixa e se destingue por isso.

Se houvesse um palavra que separa o empreendedor do cidadão normal essa palavra é

"Experimentar"

E foi a experimentar que Ana Amorim sem ter qualquer tipo de formação embarca no sonho de ser designer de calçado.

Ambiciosa, determinada e sem receio dos obstaculos enfrenta um mercado que alguns dizem em "crise"...

O primeiro passo está dado, agora só lhe podemos desejar que tenha a capacidade e persistência para ser um caso de sucesso.

Vê o video, reportagem TVI.

 


Ana Amorim online store

Obrigado e bom trabalho!











terça-feira, 14 de agosto de 2012



Roadmap...para o sucesso!

 
Existem dois tipos de pessoas, os visionários e os criadores.

O visionário vislumbra a possibilidade, do que é que o futuro pode ser. O criador é a pessoa que traz algo à existência. Conseguir unir os dois é um poderoso passo para o sucesso!

Até passar da ideia à execução, a ideia não passa simplesmente disso - uma ideia. Naturalmente temos a tendência de apenas ser um visionário ou um criador, um comerciante atento sabe como usar os dois chapéus, e esse é o meu desafio para ti, tem a ideia, cria o plano, define a direção & começa a viagem.

Muita gente não gosta de planear (tenho um amigo próximo que para ele é uma perfeita tortura), parece-lhe assustador, difícil. Mas um plano é apenas um roadmap, um conjunto de ações que vais ter numa determinada ordem e que te vão ajudar a atingir os teus objectivos.


O que te pode dar um Roadmap?

Claridade no objectivo_ Vais ter claro o que necessitas de atingir e quando.

Encontrar a direção_ Em cada dia vais saber exactamente o que tens que fazer,e porquê!

Manter o Foco_ O plano vai-te ajudar a superar obstáculos, evitar distrações e manter os olhos no objectivo.

Estar confiante_ É fácil ficar sobrecarregado, confuso ao longo do caminho, o plano vai-te dar a confiança que necessitas para o sucesso.

Flexibilidade_ O plano vai-te ajudar a adaptar, evoluir e mudar a abordagem de forma a poderes atravessar obstáculos.

 
Como deve ser um Roadmap?

Simples_ Se o plano não for simples de entender e simples de executar a implementação vai ser bastante mais complicada.

Claro_ Um bom plano vai-te dizer o quê, como e quando tens que fazer para realizares o teu objectivo.

Fun_ Um bom plano vai ser agradável de ler e divertido de executar.
 

Em resumo, cria um Plano para o Sucesso, tem confiança, mantém o foco e faz com que a viagem seja simples, clara e divertida.

Have fun!

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Arte de Vender...

Para criar um novo negócio ou um novo modelo de negócio é importante ter uma idea criativa, perceber as necessidades de certo e determinado target e criar a solução.

A dificuldade que uma grande parte dos empreendedores tem é a materialização dessa ideia, é saber trabalhar, desenvolver e implementar essa ideia até ser um sucesso...

Umas das grandes dificuldade dos empreendedores é entender o seu cliente/target...

Uma das grandes dificuldades é saber vender...

Hoje não quero entrar em grandes teorias do que é vender, ou que passos deves dar para que a tua empresa seja uma empresa de sucesso.

Hoje simplesmente quero chamar a atenção de que se queres criar um negócio, que para subsistir necessite de vender e não sabes vender, uma de duas ou a primeira coisa que fazes é contratar alguém que saiba e que te ensine ou não abras o negócio!

Tenho uma exemplo prático de algo que me passou faz agora duas semanas...

Eu sou adepto de experimentar novos conceitos, assim que quando vi que não muito longe da minha casa tinha aberto um novo salão de chá com muita pinta...fiquei com uma vontade tremenda de ir e experimentar...comecei a pensar... chá gelado... scones quentinhos.... conclusão não demorei até lá ir.

Espaço muito simpático, acolhedor, com musica ambiente...o que se pode esperar de um salão de chá...

Mas as dificuldades começaram assim que cheguei, sentei-me na esplanada, já que estava uma tarde extraordinária, com um sol maravilhoso...mas tive alguma dificuldade em encontrar uma mesa que não estivesse literalmente a desmontar-se, acabei por desistir e ir para dentro...a nível de ambiente fiquei a ganhar...

Veio um senhor, já com alguma idade para tomar nota do nosso pedido...uma lástima... primeiro não existia ementa na mesa, e segundo o senhor não só não sabia muito bem o que tinha como quando perguntei o que sugeria, não soube responder...

Acabei por perguntar uma série de coisas e acabei por beber um chá gelado delicioso e uma torrada...scones ou qualquer tipo de bolo caseiro "não tinha".

Se o espaço era simpático, "Era!", se vou voltar a ir, "Não!".

Acontece mais vezes e em mais negócios do que podes imaginar...falta de capacidade de implementar...falta de capacidade de entender a expectativa do cliente...falta de capacidade para vender...

É fundamental, olha para a tua empresa, pergunta ao teu cliente, se tu ou o teu cliente não estiver 100% satisfeito arregaça as mangas e começa a trabalhar!

Obrigado, e se for caso disso boas férias!




quinta-feira, 9 de agosto de 2012

10 Smart Things I've Learned from People Who Never Went to College


I have found this incredible article in Forbes, it is a must read!
 
I grew up in an extended family of folks who for the most part didn’t attend college. Many of them were working full time before they left high school, and a few (like my father) went to night school after they’d already been working for a long time. From an early age my perspective was steeped in wisdom from those who never went to college, but managed to live fulfilling lives just the same. Here are ten things they and others I’ve encountered along the way have taught me.

1. You can learn something useful from anyone.
Whenever we find ourselves ignoring someone because we’ve already determined that they aren’t “smart” enough to say something meaningful, we’ve made a big mistake. Besides being presumptuous and arrogant, this mindset blocks out every useful thing the other person might pass along. Instead of just listening and mining the conversation for nuggets of wisdom, we allow our pre-existing bias to brand everything as “not smart enough for me.” Incredibly bad idea. I’ve yet to meet someone who couldn’t teach me something.
2. If quality slips, it really doesn’t matter how good your ideas were.
This one I learned from a couple of my uncles who worked as quality control specialists on assembly lines. The most ingenious design plans, no matter how many brains contributed to them, can fatally falter in the execution phase if quality slips. This is equally true for intangible plans. Imparting greatness requires a continuum of effort and attention, not just an initial brain-fueled flurry to get exemplary ideas on paper.

3. Don’t ever let a bully intimidate you – not even once.
Now, some might say this one is too dogmatic because it’s possible to allow a bully to intimidate you in the short term so you can get the upper hand in the long term. But the best advice I ever received about this came from a retired truck driver who said, paraphrasing, “When you let a bully intimidate you, the bully doesn’t necessarily win, but you definitely lose.” What he meant was, you lose upstairs where the loss takes a progressively worse toll on your psyche. Yes you can recover from that, but it’s going to take a lot more effort to bring your self-esteem up to par again than if you’d stood your ground to begin with. Reasonable people can differ on this, of course, but I think it’s sound advice.

4. Reciprocity is the name of the relationship game and always will be.
If you can’t find it in yourself to return a favor, or give back more than you got when someone helped you out of a bind, then you are relationship handicapped. While this may seem like basic intuitive logic (and it is), it’s amazing how often it’s ignored. While relationships shouldn’t be tit for tat arrangements, the underlying willingness to reciprocate—even if it’s really hard to do—must be there for the relationship to grow and flourish. None of us are one-way streets.

5. Learning is good; Doing is better.
Well, ok, this one is a little bit on the nose. Learning is more than good – it’s essential. Learning is the elixir that makes the human brain the most powerful organic decision-making and problem-solving tool on the planet. The main point here (passed on to me by a former co-worker) is that there’s a certain magic in doing that many people simply miss out on. You can learn a lot about car engines, but until you get under the hood and work on one, you can’t see just how remarkable an invention these machines we take for granted truly are. That’s one example of thousands, but the same principle applies.

6. Kindness isn’t optional.
Kurt Vonnegut famously said, “There’s only one rule that I know of… you’ve got to be kind.” Why do some people just “get” this while others find being kind a chore? Personally, I think it has a lot to do with our need to feel right, and an attendant unwillingness to consider that maybe we really aren’t right, and it’s not worth treating another person unkindly to prove whatever point is on the table. Besides that, being unkind is illogical because it only incites unkindness aimed at you, and who wants that?

7. You can survive anything (assuming it doesn’t physically kill you).
More than one person has said something like this to me, and I think it’s dead on right. Often it’s rumination about how we won’t survive this or that calamity that really gets us. But usually we can find the inner reserves to overcome just about anything, and will probably surprise ourselves that we pulled it off. I’m not saying it won’t hurt like hell, or bring us to our very brink, but we usually give ourselves far too little credit for being able to overcome difficulty. I won’t quote Nietzsche here, but you get the point.

I suppose this one could also be “get a cat” or a fish for that matter, but as someone once told me, there’s something about a dog that brings out the best in its owners. Companionship with a beast brimming with unconditional love does a body good – especially when hard times hit.
I honestly can’t recall where I first heard this but I’m putting it on this list anyway because I think it’s really important. When you buy something, you’ll enjoy that thing for awhile, but our in-built tendency toward habituation will eventually assert itself and the thing will become yet another thing we own. When we invest in experience, however, we are buying memories, and new learning, and new ways of thinking, and a whole lot more. Those are things that become part of who we are, and no physical item can touch that dollar for dollar.
 

sexta-feira, 20 de julho de 2012

David Camelô...dos 12 a 120 mil reais por mês


História fascinante, de um empresário brasileiro que conseguiu transformar 12 reais num salário de 120 mil reais por mês.

No fim do anos 80, este futuro empreendedor estava desempregado e vivia na rua, juntamente com a sua mulher, que estava grávida de oito meses. Nessa altura, David Portes pediu 12 reais a um amigo para conseguir comprar um remédio para a sua esposa. No caminho para a farmácia, David decidiu comprar doces para depois revender, de forma a conseguir mais dinheiro. A ideia deu certo, David conseguiu transformar os 12 reais em 24, comprou o remédio e a partir daí criou o seu próprio negócio.

Hoje dá mais de 15 palestras por mês e tem várias franquicias. Mesmo assim, continua a trabalhar naquela barraca de Camelô, onde tudo começou.

A história de David Portes

Enquanto morava na rua, David Portes era transportador de cana, em Campos. Contudo, David sabia que para sair daquele estilo de vida ele precisava de alterar alguma coisa.

 “Eu tinha que sonhar, eu tinha que ter um objetivo. Já casado fui em busca desse sonho”

O futuro empresário. Para isso, mudou-se para o Rio de Janeiro. Lá, ainda conseguiu alguns trabalhos como motorista na empresa Puligram e esse dinheiro serviu para alugar um barraco na favela da Rocinha. Contudo, passado alguns meses essa mesma empresa acabaria por despedir David Portes.

 “É o que eu falo sempre: empresa que não sabe orientar talentos, está condenada ao fracasso”

Afirmou em tom de brincadeira o empreendedor brasileiro.

Com a mulher grávida, David Portes começou a ficar sem dinheiro. Mas nem as dificuldades fizeram-no pensar em retornar para Campos. “Eu tinha vindo em busca de um sonho. Eu precisava de ser persistente, de ter atitude. Passei frio, passei fome, mas nunca desisti do meu sonho.


 

“Sonhar só mesmo durante a noite. Durante o dia, nós temos de traçar as nossas metas e ir atrás dos nossos objetivos. Ter atitude, porque a vida só é dura para quem é mole”.

Técnicas utilizadas por este empresário
David Portes tem uma história de vida bastante interessante e que ele é realmente um caso de sucesso, de uma pessoa que saiu do zero e conseguiu triunfar no mundo dos negócios, vendendo algo tão simples como doces. Mas afinal, o que diferencia o “Camelô do David” das outras milhares de barracas que estão no Brasil?

Na verdade, David Portes é o que está por trás de todo este sucesso. Ele soube, desde o início, antecipar as tendências do mercado.

Desde muito cedo, fez ofertas aos clientes com o objetivo de criar uma base de dados, algo que ele considerou imprescindível.

“Só assim poderia saber o que ele quer e o que ele não quer. Enfim, dá para trabalhar muito bem a pós-venda. Isso é investimento. Muitas pessoas diziam que eu não iria aguentar financeiramente. Eu sabia que hoje estaria dando um passo para trás, mas que amanhã estaria dando milhões de passos para a frente. O marketing de boca a boca começou a funcionar muito bem”.


Outra das formas que David Portes teve para inovar o seu negócio foi entregar os doces no carro do cliente. Ele apenas precisava de parar a viatura, fazer o pedido e o colaborador entregava o doce sem o cliente precisar de sair do carro.

 “O cliente é o nosso rei. Nós temos que dar a ele o menor trabalho possível”. Esta campanha teve o seu primeiro grande resultado quando um jornalista utilizou o serviço. “Ele pediu oito reais. Aí eu acabei oferecendo dois cupões. O jornalista ficou surpreendido porque pela primeira vez estava vendo um camelô fazendo marketing. No entanto, eu nem sequer sabia que ele era jornalista. Ele perguntou o meu nome e eu fiquei sem perceber porquê. No dia seguinte, vários clientes chegaram com um jornal na mão mostrando a reportagem. Naquela coluna só saia gente da alta sociedade e de repente saiu um camelô. Aí começou a chegar a Globo, a Bandeirante e outras televisões. Estava dando a minha primeira coletiva!”.


David Portes baseia-se em alguns princípios para conseguir fazer do seu negócio um negócio de sucesso, o principal é ser verdadeiro. Sei que este conselho pode parecer cliché, mas a verdade é que muitos vendedores concentram-se apenas em vender. Como podes ver no vídeo que mostramos mais acima, David Portes está sempre com um sorriso no rosto.

Obrigado e bom trabalho,

 

terça-feira, 15 de maio de 2012

O que é que um vendedor de Pipocas nos pode ensinar sobre negócios?

O Empreendedorismo pode surgir como uma necessidade, como aconteceu com este vendedor de pipocas.

Mas o importante é conseguir agregar valor, conseguir uma diferenciação para melhor! Se Valdir o conseguiu para algo tão banal como vender pipocas seguramente existe um sem fim de potencial para qualquer negócio.

Recomendo um livro que vem na mesma linha que este video, que é o FISH! , se ainda não o leste, compra porque vale a pena.

Regressando ao Valdir, desde o início que ele descobriu que aquele negócio era mais que um trabalho era a sua paixão e que ao fazer, teria que fazê-lo de um modo muito profissional.

Vê o video..vale a pena!



Obrigado e bom trabalho,

segunda-feira, 14 de maio de 2012

10 DICAS PARA VENCER


1. REVOLUCIONA

O empreendedor necessita de ter o objetivo de revolucionar,
Pergunta a ti mesmo. O que estou a criar é diferente do que já existe? É dez vezes melhor? Dá algo de novo? Agrega valor?


2. TEM UM GRANDE OBJECTIVO

Vais investir o mesmo tempo a trabalhar numa empresa pequena que gastarias numa grande. Por isso, não te deixes intimidar. Pensa em grande e pode ser que chegues lá. Agora se pensares pequeno, nunca vais chegar a grande.


3. FAZ CRESCER A TUA REDE DE CONTATOS

Aumenta a tua rede de contactos. A tua rede tem que incluir investidores, conselheiros, funcionários e clientes. Com uma rede ampla, vais ter a oportunidade de fazer grandes alterações, mas lembra-te, nunca ninguém conseguiu chegar ao topo sozinho.


4. ESPERA O MELHOR MAS PREPARA-TE PARA O PIOR

Deves ter sempre um plano B, caso venha a existir algum problema com o teu negócio. Parte do teu plano deve incluir um plano de reserva. Tenta perceber o que podes fazer caso algo não aconteça exactamente como tinhas planeado. Desta forma, irás desenvolver o teu negócio com muito mais confiança.


5. TENS QUE SER PERSISTENTE! MAS AO MESMO TEMPO FLEXÍVEL

Por um lado, deves ter a visão e ser persistente. Por outro, deves ter a capacidade de mudar conforme os gostos dos teus clientes. A arte é saber quando deves ser flexível e  saber misturar os dois conceitos.


6. NUNCA DESISTAS

Para aprender a andar, todos tropeçamos e caimos inúmeras vezes.

Tal como diz Michael Jordan,

"I've missed more than 9000 shots in my career, I've lost almost 300 games. 26 times, I've been trusted to take the game winning shot and missed. I've failed over and over again in my life. And that is why I succeed."

É muito provável que venhas a estar errado várias vezes. Pelo que tens que estar preparado para repetir  muitas vezes e nunca desistir!


7. SER HONESTO

Vais precisar de amigos que digam que o teu projeto tem potencial de melhora. Não caias no erro de apenas lidar com pessoas que te elogiam. Saber equilibrar os elogios com as críticas é importante para te fazer crescer.


8. SER CONHECIDO

É importante teres uma grande ideia, mas é determinante que essa mesma ideia seja conhecida.


9. A CULTURA É IMPORTANTE

Podes contratar pela experiência, mas acredita, ter a cultura certa na empresa é o mais importante.


10. QUEBRA AS REGRAS

O melhor conselho que alguém um dia me deu!!

"Break the rules if you have to, follow you're instinct and do the right thing"



Obrigado, e bom trabalho

segunda-feira, 12 de março de 2012

Sabe como posicionar-te como profissional nas redes sociais!

Redes Sociais não são apenas para socialização. Quando tratada correctamente, pode ser usada para melhorar a tua marca pessoal, estabelecer os teus conhecimentos, ou demonstrar a tua influência digital. Compromete-te a usar as redes sociais por razões profissionais e sê proactivo na gestão das tuas actividades e imagem.

Considera o que potenciais empregadores ou colegas vão ver - tu não queres que vejam apenas imagens de ti com o teu cão, ou pior... Tem no mínimo uma conta no LinkedIn com um perfil completo. Tenta twitar ou blogar sobre a tua área de especialização, criando conteúdo que outras pessoas possam encaminhar, re-twitar, ou simplesmente comentar. Isto vai ajudar-te a posicionar-te como um perito no teu campo.


Obrigado, e Bom Trabalho

“Precisamos de criar a imagem de um Portugal produtor”

Casos de sucesso - JORNAL OJE 09/03/12

Propriedade de António Silvestre, a Vale da Rosa, no Concelho de Ferreira do Alentejo, vendeu, no ano passado, 4500 toneladas de uva de mesa e exportou 1200, quase metade sem grainha, com algumas variedades oriundas da Califórnia.

A herdade Vale da Rosa, em Ferreira do Alentejo, tem 170 hectares plantados e 60 preparados. O investimento em irrigação gota-a-gota, estufas, plantas e preparação pode chegar aos 80 mil euros por hectare. As variedades são testadas e ajustadas ao clima. Em janeiro, faz-se a poda; em fevereiro, dá-se fósforo, para obter mais frutos; depois introduz-se cálcio, para maior resistência da película da uva; e, no final, potássio, para destacar o sabor. Na propriedade, fazem-se três seleções de bagos, para melhor crescerem os mais belos e resistentes. A packing-house é certificada e a embalagem é valorizada, especialmente a que se destina à exportação. Ao OJE, António Silvestre explicou a razão, as dificuldades e o sucesso do seu negócio.


Porque decidiu investir na uva de mesa em Ferreira do Alentejo?
O meu pai veio para esta terra há 60 anos, investiu na uva de mesa e conseguiu até exportar para a Marks & Spencer, em Inglaterra. Quando nos tomaram a propriedade, no 25 de abril, fomos para o Brasil e lá continuei a seguir este trilho. Em 1980, restituiram-me a propriedade e, em 1999, regressei, trazendo inovações, como as uvas sem grainha.


Que razões o levaram a escolher as variedades que plantou?
Cada espécie tem características distintas para mercados diferentes. Algumas é porque aguentam melhor o transporte, outras por amadurecerem mais tarde. Por exemplo, a Cardinal tinta, que é grande e doce, fica por cá. A Red Globe, menos doce, também. Já a Vitória, branca e grande, é exportada. A Palieri é tardia. Exportamos 47% da produção, principalmente a Crimson, sem grainha, que é a preferida pelos ingleses.


Quais são as principais dificuldades na cultura da uva?
É essencial ter uma equipa motivada e competente. O custo e a burocracia para a água dos furos são muito elevados. O funcionário público é quem deveria procurar o agricultor para oferecer tecnologia e apoio. A agricultura é a mola que falta para o desenvolvimento. Um carro exportado é 90% de importação. Um camião de uvas é 90% de produto local.


Qual é o principal obstáculo na venda da uva de mesa?
Faltam cooperativas ou clusters bem organizados. É um problema cultural, organizações deste tipo é que devem comandar a distribuição.


O que é mais difícil no processo de exportação?
Organização e competência. Precisamos de Observatórios, mesmo que informais, em cada região, com produtores de sucesso. E criar a imagem de um Portugal Produtor.


Em que medida a Direção Regional da Agricultura pode apoiar a atividade exportadora de empresas como a Vale da Rosa?
Devem apoiar os produtores que mostram sucesso e levar outros a ver os bons exemplos. O produtor tem necessidades e prioridades diferentes das do funcionário que o atende ao balcão. Em Portugal, perde-se muito tempo com papéis, com o "venha amanhã novamente". O funcionário público deve servir e não dificultar.


O que deveria fazer a AICEP?
Profissionalizar-se. Não é preciso reinventar a roda. Portugal ainda não age como exportador. No ano passado, esteve, pela primeira vez, na Logifruit em Berlim, Alemanha.


Qual é, no seu entender, o maior problema do Alentejo?
Quando a água do Alqueva chegar a todos, precisamos de organização. Temos ótimas condições de Sol e solo. Os apoios ao produtor devem ser limitados, os mais urgentes são seguros adequados e tecnologia. A função do Estado deve ser apenas fiscalizar e deixar a sociedade civil e o produtor trabalhar. O crédito rural deve ser sério, não "fazer de conta". Também precisamos de tecnologia. É seguir o exemplo de Andaluzia!


Qual é o maior problema das PME portuguesas?
Urge criar crédito para as empresas poderem investir. Sem investimentos não há riqueza nem empregos. E devem também investir nas pessoas.


Se fosse ministro da Agricultura, qual seria a sua principal ação? E ministro da Economia?
Considero que deve ouvir-se quem mostra resultados e levar as melhores práticas a outros produtores e regiões. Considero ainda que a produção e a distribuição devem sentar-se à mesma mesa para que todos lucrem, única forma de o País lucrar.

O Empresário
António Silvestre, 63 anos, comendador, é casado e tem quatro filhos que ajudam o Vale da Rosa a crescer. Originário do Oeste, veio para Ferreira do Alentejo ainda miúdo. Na sequência da Revolução do 25 de abril de 1974 foi para o Brasil, onde começou por lecionar. Depois plantou uvas, como o pai. Regressou a Portugal no ano 2000. Ao fim do dia, reúne os técnicos para monitorizar os resultados e programar o dia seguinte. Trata cada empregado pelo nome. No pico da colheita, chega a ter 500. A sua equipa compreende técnicos de Itália, Espanha e Israel.

Obrigado, e Bom Trabalho

sexta-feira, 9 de março de 2012

10 Livros obrigatórios para Empreendedores


1. "The Power of Positive Thinking", de Norman Vincent Peale.

O autor esclarece que este livro foi escrito com o único objectivo de ajudar o leitor a alcançar uma vida mais feliz e compensadora. Peale destaca técnicas muito práticas para dar energia à sua vida e acreditar nas suas capacidades, até conseguir transformar os sonhos em realidade.



2. "The Zigzag Principle", de Rich Christiansen.

A melhor forma de ultrapassar obstáculos nunca é uma linha reta, de acordo com este livro que o ensina a conduzir o negócio. Christiansen define princípios claros. Um deles é saber lidar com o fracasso. Ele próprio já lançou 33 empresas - 11 falharam, mas as outras são exemplares. "É preciso falhar de forma eficiente. Se sente que vai falhar, porquê fugir? Reconheça-o, admita-o, lamba as feridas e siga para a próxima experiência", é um dos princípios.

3. "How to Win Friends and Influence People", de Dale Carnegie.

Com conselhos clássicos que resistem ao passar do tempo, este livro traça os passos fundamentais para lidar com pessoas, na vida e nos negócios, assumindo-se como um valioso manual de relações humanas. Carnegie foi conselheiro de muitos líderes mundiais, até morrer, em 1955.

4. "The 7 Habits of Highly Effective People", de Stephen R. Covey.

Oferecendo soluções pessoais e profissionais, Covey elabora um processo de passo-a-passo para uma vida integrada. Este livro é reconhecido como um guia para a mudança pessoal, com um extraordinário equilíbrio entre exemplos práticos e teóricos para melhor gerir a sua vida.

5. "How to Become a Rainmaker", de Jeffrey J. Fox.

Ele próprio uma máquina de fazer dinheiro - tem uma proeminente empresa de consultoria em marketing e livros traduzidos em 35 línguas -, Jeffrey explica como o leitor também pode alcançar este estatuto, através da panóplia de conselhos e dicas sobre vendas e marketing. Cada uma das 50 dicas está explicada por uma pequena história, que mostra como conquistar e ser bem-sucedido junto de clientes, em qualquer área de negócio.

6. "E-Myth Revisited", de Michael E.Gerber.

O livro clarifica a distinção entre 'trabalhar para o seu negócio e trabalhar no seu negócio'. O autor desmistifica o processo de iniciar um negócio próprio e conduz o leitor por cada etapa do seu desenvolvimento.

7. "Never Eat Alone: And Other Secrets to Success" de Keith Ferrazzi.

Propõe apagar a conotação negativa que o networking por vezes tem, de alguém que distribui cartões com o fito de arranjar emprego ou fazer negócio, ao defender um interesse genuíno na construção de relações. Ferrazzi recheou-o com inúmeras orientações e exemplos práticos de como criar e fortalecer relações pessoais, muitas das quais baseadas na sua experiência pessoal.

8. "Steve Jobs", de Walter Isaacson.

 A biografia exclusiva de um dos maiores empreendedores de sempre. O autor deixa uma definição clara da personalidade e carisma de Jobs, através do material recolhido em 40 entrevistas com Jobs e de muitas outras que fez à família, colegas e concorrentes.

9. "EntreLeadership", de Dave Ramsey,

É uma espécie de passo-a-passo para desenvolver um negócio. Ramsey, muito popular nos Estados Unidos devido a um programa de radio que iniciou em 1992 e que 15 anos depois passou para a televisão, sabe partilhar como ninguém a sua experiência em motivar e unir equipas, lidar com o dinheiro e atingir objectivos.

10. "A Manager's Guide to Knowing What the Numbers Really Mean", livro de KB, JK & J.Cas.

Dá-lhe um profundo conhecimento dos princípios básicos das finanças, mostrando de onde vêm os números e o que é que significam. Está escrito de forma clara para ser compreendido mesmo por quem não tem formação nesta área.


quarta-feira, 7 de março de 2012

As 10 redes sociais indispensáveis para empreendedores!


 

Linkedin



A maior rede social do mundo dedicada a profissionais, com mais de 150 milhões de utilizadores. Está repleta de recursos para profissionais como, por exemplo, grupos onde as pessoas se podem aglomerar por interesses ou especialidades. Um bom exemplo disso é o grupo "On Startups" (), mantido pelo site com o mesmo nome.

 

Entrepreneur Connect
 

A empresa Entrepreneur Media, dona da revista "Entrepreneur" e o site do mesmo nome, tem uma rede social que permite aos leitores passarem da leitura à interação. Assemelha-se a qualquer rede social na maior parte dos aspetos: permite-lhe criar perfil, explorar a comunidade e montar uma rede de contactos com quem pode partilhar ideias e conteúdos. Função inovadora: além de permitir aos utilizadores criar um blogue pessoal, esse blogue poderá vir a ser escolhido para aparecer na página principal do site - uma enorme visibilidade, mesmo que temporária.


PartnerUp 
 

O que destaca a rede PartnerUp das suas iguais é a proximidade que cria entre empresários, co-fundadores, parceiros, executivos e outros profissionais. No PartnerUp pode oferecer ou pedir conselhos a outros profissionais ou mesmo procurar empresas para subcontratar e espaços imobiliários para comprar ou alugar. Distingue-se assim das demais por ser "de empreendedores para empreendedores", podendo os profissionais avançar os projetos graças à rede.


Cofundr
 

Esta rede diferencia-se logo à partida pois é privada, o que significa que terá de se registar para aceder aos perfis dos outros utilizadores. Necessita de um email universitário ou profissional, o que significa que os estudantes do básico e secundário ficam de fora. Ao fazer o registo são-lhe pedidas as qualificações e o tipo de pessoas com quem se quer conectar. Após o registo pode partilhar a sua ideia seja no fórum ou no mural.


The Funded
 

O site The Funded dá aos membros um leque de fontes de investimento, deixando que sejam os próprios utilizadores a comentar e classificar as condições oferecidas pelos investidores. Ao se juntar a esta rede ganha acesso a perfis especializados de investidores, assim como os critérios necessários para obter investimento de cada fonte. Os membros têm ainda acesso a informações detalhadas sobre certos fundos de capital de risco.


StartupNation
 

A rede social StartupNation disponibiliza aos utilizadores uma série de conteúdos que ajuda a prepará-los para os projetos. As discussões mais comuns nesta rede incluem marketing, modelos de negócio e como tornar uma empresa bem-sucedida na era da Internet. Neste site pode ainda participar em fóruns temáticos, ler blogues e artigos especializados ou até mesmo assistir a seminários dados "on demand". A StartupNation promove ainda diversas competições como a Elevator Pitch que podem vir a ser uma benesse para empreendedores.


Biznik
 

O Biznik tem várias semelhanças com o LinkedIn mas também alguns pontos de diferenciação. É obrigatório a todos os utilizadores o uso do nome verdadeiro e os perfis submetidos são revistos pelos editores do site, que conferem se essa regra foi seguida. Tal e qual como o LinkedIn, o site é gratuito mas por um pequeno valor pode fazer o upgrade para uma conta premium.


Perfect Business
 

No site Perfect Business os empreendedores têm a hipótese de se conectar com futuros parceiros, potenciais clientes e, acima de tudo, podem aproveitar as suas diversas ferramentas. O Perfect Business inclui uma seção de vídeos onde pode aprender com as experiências de outros empreendedores e um aplicativo que o ajuda a criar um modelo de negócio para o seu startup. A rede é gratuita na sua versão mais básica mas por uma quantia mensal pode ainda tornar-se membro
premium do site.


Go BIG Network 
 

Na Go BIG Network encontra empreendedores, pessoas em busca de emprego, prestadores de serviços, e investidores. Tem a possibilidade de poder criar anúncios para encontrar o que precisa (um parceiro para o negócio, uma fonte de investimento...) o que aliado à organização específica dos perfis torna mais fácil as buscas focadas numa determinada região.


Young Entrepreneur 
 

Tal como o nome indica esta rede tem mais popularidade entre os empreendedores jovens. Um enorme fórum onde se discutem temáticas como tecnologias de informação, otimização de motores de busca, e-commerce e franchising. Inclui ainda um blogue oficial e vídeos educativos.

terça-feira, 6 de março de 2012

Espanhol, 19 anos, três smartphones

Tinha 16 anos, e ainda estava no colégio, quando começou a desenvolver o primeiro telemóvel inteligente espanhol. Entretanto, conheceu Rodrigo Silva-Ramos, na internet, e ganhou um sócio para tornar o sonho realidade e dar resposta a uma comunidade de amantes da tecnologia, cansados de depender das operadoras e dos seus contratos de fidelização. A ideia de Javier Aguera sempre foi fazer dispositivos móveis de gama alta que não custem uma fortuna e que não precisem de ficar presos a nenhuma operadora. E é isso que tem conseguido com a GeeksPhone.

Enquanto estuda Engenharia de Telecomunicações, trabalha nos novos modelos, controla o processo de fabrico à distância - os seus dispositivos são desenhados em Espanha, mas produzidos na China - e ainda tem tempo para promover a empresa junto dos media. Não admira que rapidamente a sua fama tenha extravasado as fronteiras do país vizinho e Aguera tenha sido considerado pelo MIT (Massachusetts Institute of Technology) como um dos talentos com menos de 35 anos que pode mudar o mundo - nada mau para quem tem 19 anos e não vive nos Estados Unidos. "É uma grande motivação para aprender e superar-nos, num mundo em que a pressão é cada vez maior", reconheceu, com modéstia, ao El Pais.


Durante o MobileWorld Congress 2012, em Barcelona, a GeeksPhone teve, pela primeira vez, um stand próprio, para mostrar os três modelos que vende através do seu site (a partir de 165 euros). Foi esta a oportunidade escolhida por Aguera para revelar que já tem na manga um novo modelo, de gama alta, do qual não quis adiantar pormenores, dizendo apenas que será, como sempre, desbloqueado, e com a última versão do Android, a 4.0, e que poderá chegar ao mercado antes do Verão.



Um verdadeiro caso de sucesso, de um miúdo que com apenas 16 anos decidiu desenvolver o seu telemóvel ideal e que, em apenas 3 anos, já tem uma empresa com 18 pessoas, que vende 30% dos seus dispositivos para fora de Espanha.

Artigo do jornal Expresso, 2 Março 2012

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012


Como é que cores influênciam a decisão de compra?



terça-feira, 28 de fevereiro de 2012


Inovar para Sobreviver...
A competitividade que vivemos nos dias de hoje impõe agilidade aos gestores de que tem que procurar cada vez mais criatividade de conceitos, para novos produtos, processos e formatos de lojas.


A cada dia surgem novas tecnologias e inovações na forma de ser e de operar os negócios, este desenvolvimento implica uma ampliação de benefícios aos clientes assegurando assim a competitividade das empresas.


Por mais que essas novas tecnologias agreguem valor, o elemento humano ainda é o fundamental para o bom desempenho de serviço prestado e das vendas. Os clientes procuram lojas onde se sintam bem, onde o serviço seja "premium", estas lojas são as que têm vendedores motivados & qualificados.


Ainda que a realidade do comércio online esteja aí, que saibamos que é uma tendência crescente um "player" de referência no futuro onde a disponibilidade de procurar informações, produtos & preços é ilimitada, a realidade é que as pessoas gostam de ser servidas.."mimadas"..ter alguém que as ajude a escolher a tomar a decisão final.

Por isso é fundamental que as empresas sejam constantemente uma "startup", que não parem de inovar e que cuidem o seu cliente. Existem três tendências que o cliente cada vez valoriza mais e que o fazem ir à tua loja, estas são:


Comodidade 

As pessoas valorizam cada vez mais a oferta de comodidade. Comprar tem de ser sinónimo de prazer e não de sacrifício. Os clientes ditam o mix dos produtos, como querem as embalagens, as entregas e o pagamento. Retalhistas que não tenham este focos, o de satisfazer o cliente, impondo apenas a sua vontade própria seja ela qual for têm os dias contados.


Customização

Reconhecer a necessidade dos clientes de serem tratados e atendidos como únicos, faz parte do modo de ser e proceder do retalho do futuro.


Uma vez mais, retalhistas que concebem os seus negócios apenas como transacções comerciais, simples trocas de produtos e serviços por dinheiro, vão conseguir no máximo ser sobreviventes. 


Para cresceres ou até mesmo para te manteres vivo, clonar ou apenas neutralizar as acções da concorrência não é suficiente.


As necessidades dos consumidores são mais sofisticadas e o alto desempenho no retalho está reservado aos que entenderem que estão diante de um novo mercado, formado por novos consumidores, que nas suas compras procuram algo mais que um bem comum, procuram produtos, serviços e atendimento personalizados, feitos à medida para eles.


Emocional

Na sociedade actual os produtos são cada vez mais comprados como forma de recompensa emocional e não unicamente pela necessidade do produto em si.


Uma posição sólida no mercado e na mente dos clientes está reservada para os que conhecem os clientes em profundidade e buscarem inovação e a diferenciação com persistência, de forma a tornar a experiência de compra um momento inesquecível.
 
 
 
Vale a pena pensar nisto!
Obrigado, e Bom Trabalho

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Empreendedor


O Inicio da história...



Cansado de tanto esperar pelo melhor momento para tirar as suas ideias do papel, o futuro empreendedor decidiu que aquele dia seria o primeiro do resto da sua vida, e que marcaria o início de uma nova fase que ele havia planeado e faltava coragem para por em prática. O que aconteceu para ele partir desta forma, sem hesitar e decidido a não mais olhar para trás em busca de respostas para os seus medos e anseios?

As pessoas que estão carregadas de propósitos e ideias, um dia transbordam em pensamento e abrem mão do porto seguro (que só existe no imaginário) e partem para viver uma nova realidade recheada de desafios, que é o mundo empreendedor. 

É comum a decisão de empreender ser tomada antes de se encontrar um negócio no qual valha a pena investir tempo e dinheiro.

Mas o nosso futuro empreendedor acreditava que o caminho da preparação para um negócio próprio era uma via comum e que teria que ser trilhada qualquer que fosse o ramo de actividade que viesse a empreender, e assim seguiu em frente sem medo de se entregar a essa longa construção.

Acredito que ele estava certo, também penso assim, um modelo de negócios de sucesso aplica-se a diferentes nichos de mercado, a partir de pequenas adaptações, desde que exista determinação, focos para vencer, atenção ao detalhe e coragem "o céu é o limite".

Na busca da sua oportunidade empreendedora o desbravador encontrou muitas propostas de supostos “negócios da China”, mas poucos resistiram à lista de critérios que ele desenvolveu.

A lista de critérios não era nada mais do que pré-requisitos que deveriam ser atendidos , que iam desde o tecto da sua disponibilidade financeira para o investimento, passando pelo limite da sua capacidade para gerir aquele negócio, chegando a uma síntese dos princípios fundamentais que deveriam ser respeitados.

Pode parecer meio filosófico, mas ele acreditava que empreender tendo como objectivo principal o ganho financeiro era um propósito medíocre, o que não seria suficiente para sustentar a sua motivação.

Era necessário algo mais, como combinar realização profissional com satisfação pessoal, só assim estaria em condições de suportar os momentos difíceis que todo empreender está sujeito a passar, mantendo a crença e o focos vencedor sobre a sua escolha.

O que ficava muito claro para ele, a cada dia que passava, é que as decisões eram sempre difíceis, mas precisavam ser tomadas, por mais duras e radicais que fossem.

Sem um posicionamento firme não seria possível realizar a transição de uma vida de emprego para um ambiente de autonomia e empreendedorismo.

Assim começa uma história que estará recheada de situações reais vividas pelo nosso futuro empreendedor e também por aqueles que decidem assumir o destino das suas vidas, abrir seu próprio negócio e dar início à construção do seu legado.

Serão momentos de indecisão, insegurança, medo do desconhecido, encontro com o fracasso, mas recompensados por conquistas e vitórias.

O meio e fim ficará a cargo da imaginação de cada um!

Obrigado, e Bom Trabalho

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

O que é SUCESSO para ti?
Seres dono do teu próprio negócio é o sonho de uma boa parte das pessoas. Podemos dizer de maneira segura que todo empreendedor que decide montar o seu negócio deseja uma coisa em comum: SUCESSO.
 
Mas o que é o sucesso? Sucesso é tornares-te rico através da tua empresa? Sucesso é trabalhar numa actividade que realmente te satisfaça pessoalmente?

Para cada tipo de empreendedor, ou para cada tipo de negócio, a palavra sucesso, embora tenha o mesmo significado no dicionário, para cada um terá um significado diferente.
 
Alguns optam pelo empreendedorismo apenas por estarem insatisfeitos com o desenvolvimento da sua carreira profissional. Sucesso significa “ser livre de chefes” para o resto da vida. Sucesso é a liberdade.

Para outros, optar por empreender significa uma guinada total na carreira, muitas vezes desenvolvida de maneira aquém da satisfação pessoal. “Um novo negócio” significa apaixonar-se novamente pelo que faz. Sucesso é a felicidade.

Ainda há aquelas que vêem no empreendedorismo a possibilidade de conseguirem realmente erguer um império a partir do zero, baseando-se nas histórias de tantos outros empreendedores. Sucesso é conquista.

Se há uma infinidade de situações e definições para a palavra sucesso, mais importante do que iniciar um negócio, será entender desde o princípio quais vão ser os teus objectivos, por isso, faço-te a pergunta:

O que é SUCESSO para ti?
 
Obrigado, e Bom Trabalho!

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

O que são e como operam as lojas "Pop Up"

Na internet, pop up são àquelas janelas extras que abrem no navegador ao visitares uma página ou ao acederes a uma hiperligação. Normalmente, surgem "do nada", ao visitares uma página, e podem ser fechadas facilmente. Talvez daí a conexão com as lojas "Pop Up", uma tendência que se está a consolidar no mercado Europeu.

Trata-se de um sistema onde as lojas se instalam temporariamente para aproveitar oportunidades, momentos ou contextos com grande oferta de clientes. Em geral, as lojas não duram mais que seis meses. Outra possibilidade é usar a loja "Pop Up" como um teste para avaliar o mercado antes de apostar num empreendimento definitivo. 

As "Pop Up" stores não são exactamente novidades. Pelo mundo, a estratégia de explorar momentos ou datas com lojas temporárias já envolveu grandes marcas, como a rede de retalho norte americana Target.

As lojas "Pop Up" têm focos bem definidos, são tentativas de firmar uma marca num espaço inusitado onde encontrará um público interessante, um local de grande tráfego ou mobilidade. Para fazer isso, geralmente as marcas usam estratégias diferentes na abordagem, marketing, decoração, distribuição de produtos etc. São acções temporárias, que criam aquele senso de "urgência".

Cuidados a ter!

É preciso ter atenção redobrada ao entrar nesse conceito.

Os projectos para as "Pop Up" necessitam ser acompanhados de acções que diferenciem o estabelecimento do que já existe no mercado e garantam que durante o seu curto período de vida tenham êxito.

Falhas como subdimensionar a procura, não cumprir padrões de qualidade, falta de produto ou praticar atendimento sem o padrão de referência da marca, podem ser fatais, se a execução for mal feita, todo o projecto pode ir por água abaixo.

Obrigado, e Bom Trabalho

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012


Lucrar com "Second hand"


Segundo alguns economistas a recessão vai piorar. Ao contrário do que dizem os políticos, o pior ano será 2013, ainda assim tempos de crise sempre foram momentos de oportunidades.

Uma, segundo o livro "Como sair da Crise" é o comércio de roupas e calçados pouco usados, em geral de boa qualidade, mas que podem precisar de retoques ou apenas lavar.

Em vestidos, vira-se uma gola ou adiciona-se uma renda para tornar a roupa quase única. Nos sapatos, troca-se salto ou sola ou cola-se uma fita, e já está novo. Em fatos, adiciona-se a tampa do bolso ou um friso. Um casaco de cabedal pode ganhar um forro ou punho novo.

Em Espanha, a rede Tienda Grátis, em geral ligada a instituições sociais já é um sucesso. Na Alemanha, a Umsonst Laden tem umas 90 lojas, na Holanda 40. Na Escandinávia, onde se chamam Second Hand tem clientes fiéis. Muitas trabalham com voluntários e a receita, paga a renda, custos e algum salário, vai para ONG. Em muitos concelhos há, junto a hipers, uma caixa de coleta, como já há em Portugal.

Há também empreendedoras que, com o micro-crédito, focam o negócio num público seleto, como por exemplo profissionais liberais que precisam mudar a coleção uma vez por outra. Estas empreendedoras são quase sempre, pessoas que foram despedidas de fábricas e dominam o metier e em geral têm uma máquina de costura profissional. Precisam apenas de orientação em vendas.
A loja deve ter um horário alargado por exemplo das 11 às 20h (supondo que não é centro Comercial), para os que, após o trabalho, queiram aí espreitar. Sábado à tarde também deve estar aberto.
Divulgue com entrevistas, facebook, ofereça descontos no quarto retorno;
A cada cliente dê três cartões de visita e um bonito cartão-postal da sua loja, já com selo, para ela enviar a amigas. Custa pouco, vale muito.

Vale a pena pensar nisto!!

Obrigado, e Bom Trabalho

domingo, 5 de fevereiro de 2012


ACIMA DAS EXPECTATIVAS

RENAULT RETAIL GROUP

O tópico que me leva a escrever hoje tem a ver com serviço.

Como já escrevi há um dias atrás, hoje em dia para prestar um bom serviço é fundamental saber identificar o que é que o cliente quer, como quer e quando quer,  de forma a poder encantá-lo com produtos e serviços que vão além das suas expectativas.

A experiencia que quero relatar ocorreu numa oficina de um concessionário automóvel, sim percebeu bem, numa oficina de um concessionário!

Recebi uma carta da Renault. Na carta dizia que me tinha que dirigir a um concessionario de forma a poder substituir umas peças que eventualmente poderiam estar com algum defeito.

Liguei para fazer a marcação...e no dia desloquei-me para fazer a substituição que supostamente deveria demorar apenas 1 hora.

Quando cheguei, fui atendido por uma assistente responsável por fazer a recepção dos veículos para a oficina, a Sra. CC. O Profissionalismo que esta senhora teve durante todo o processo em que o meu veiculo esteve na oficina  foi "Excepcional", o que me leva a crer que:

  • A Sra. CC é uma excelente profissional
  • A Renault Retail Group de Chelas, é uma empresa vendedora, uma empresa vendedora é aquela onde a cultura da empresa emana das atitudes do seu líder, irradiando-se por toda a organização. Onde o sucesso das vendas está intimamente ligada à sua imagem junto dos clientes, onde os colaboradores têm a consciência de que o sucesso depende de todos e de cada um em particular, dos executivos de primeiro nível até a telefonista
  • A Renault Retail Group de Chelas tem uma excelente politica de formação das suas equipas. Porque pude constatar consistência na qualidade do atendimento de outros assistentes.
Voltando à história. Ao ser recebido na recepção a assistente, preocupou-se não só em saber o que me levava à oficina mas através de uma conversa informal saber como estava o paciente (o carro), se estava tudo bem etc.. tive oportunidade de dizer-lhe que uma reparação que tinha feito antes não tinha ficado em condições e que tinha necessidade de mudar os pneus de trás para a frente.

Sabendo isto e tendo o histórico do carro em sistema prontamente falou com o chefe da oficina para saber o que eventualmente poderia ter acontecido para que a reparação anterior pudesse não ter ficado em condições. O feedback foi que o carro teria que ficar para observação e que haveria a necessidade de o veiculo ficar na oficina até ao dia seguinte, (aparentemente uma má noticia), mas prontamente foi-me disponibilizado um veículo de substituição a um preço simbólico para reduzir o incómodo.

Na manhã seguinte foi-me ligado a confirmar que tinha sido identificada a anomalia e que apesar de o veiculo não estar em garantia que a Renault iria suportar o custo da substituição dessa peça, que iriam igualmente mudar os pneus de trás para a frente a custo zero e que o veículo estaria pronto para ser levantado ao final da tarde, tal como tinha sido acordado.

Moral da história...

A Renault Retail Group de Chelas, através da assistente provou que claramente estão preocupados com a satisfação dos clientes, conseguiu transformar uma situação de reclamação que eventualmente me levaria a não voltar a comprar um Renault numa situação positiva!

Está claro que a Renault entende que qualidade não é só garantir que um veículo não se avaria. Qualidade é a forma e rapidez com que uma eventual anomalia é solucionada.

Posso dizer que com este serviço as minhas expectativas foram superadas, só espero que outros concessionários se inspirem e entendam que este é o futuro!

Obrigado, e bom trabalho